Rique Nitzsche

Rique Nitzsche

Rio de Janeiro (Rj) Brasil

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Arquitecto profesional, docente especialista en Design thinker e consultor estratégico, con 50 años de trayectoria. Trabaja en d.think, inteligência colaborativa. Ejerce la docencia en ESPM.

Áreas de interés: Arquitectura, Diseño Audiovisual, Diseño Gráfico, Urbanismo, Comunicación, Marketing, Branding, Tecnología, Arte, Educación

Idioma:
PT
Título:
O design das experiências humanas
Sinopsis:
O futuro do design está sendo plantado há muitos milhares de anos. Invenção tecnológica é só uma consequência do design da vida.
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PT
Título:
Steven Paul e Jonathan Paul
Sinopsis:
Eles se encontraram em uma empresa cheia de problemas. Muita gente apostava que ela estava perto do fim, mas eles entraram para a história.
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PT
Título:
Design, o que pode ser?
Sinopsis:
O quanto que o design contribuiu para a evolução da espécie.
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PT
Título:
Apropriações artísticas
Sinopsis:
Uma história de humor na qual a realidade é mais irônica do que a arte.
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Título:
El diseño de los negocios
Sinopsis:
El diseño ya no es más una estética que se aplica al final de un proceso. Ahora el diseño es el proceso.
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PT
Título:
O design dos negócios
Sinopsis:
Design não é mais uma estética que se aplicava ao final de um processo. Design é o próprio processo.
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Título:
Diseño desde el inicio de la humanidad
Sinopsis:
Nos gusta estar al tanto de las novedades. El storytelling hoy es una nueva tendencia, sin embargo, no nació ayer.
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PT
Título:
Design desde o início da Humanidade
Sinopsis:
Somos viciados em novidades. «Storytelling» é uma das novas tendências do presente. Mas, ela não nasceu ontem.
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PT
Título:
A consciência e o design
Sinopsis:
Consciência e design são tão disponíveis que só os percebemos quando nos surpreendem, pela falta ou pela exuberância.
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PT
Título:
O design como herança
Sinopsis:
A arqueologia depende dos vestígios de design gerados pelas nossas intervenções na natureza.
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PT
Título:
Nossos ambientes são reflexos de nós mesmos
Sinopsis:
A humanidade faz design como uma extensão do nosso interior biológico.
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Título:
¿Cuál es la diferencia entre Arte y Diseño?
Sinopsis:
Buceando en el origen de las palabras y en el concepto de Design Thinking.
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PT
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Qual é a diferença entre arte e design?
Sinopsis:
Mergulhando na origem das palavras e no conceito do design thinking.
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Título:
Por trás do visível, existe um mundo não percebido
Sinopsis:
As pessoas costumam perceber só o final do processo de design. Mas o design é a ponte entre o pensamento e o resultado final.
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Afinal, o que é o design thinking?
Sinopsis:
Uma metodologia de resolução de problemas complexos dos negócios em construção permanente.
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PT
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A tomada de decisão por trás da inovação
Sinopsis:
Por trás do sucesso, existe um empreendedor que, mesmo diante de um risco considerável, acredita em uma hipótese criativa que fara a diferença.
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Título:
Design é a adaptação criativa às restrições
Sinopsis:
Desde sempre o ser humano se adaptou e transformou dificuldades em oportunidades.
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PT
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A difícil arte de dizer não
Sinopsis:
Ainda é necessário demonstrar o valor da criação para a economia tradicional.
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Título:
O design thinking interessa aos negócios
Sinopsis:
As revistas Forbes e Fortune se alinham em um mesmo tema. Coincidência? Não, sincronicidade.
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PT
Título:
A criatividade deve ser fertilizada
Sinopsis:
Não somos educados para pensar criativamente e o mundo acabou sendo dividido entre os «criativos» e os «não criativos». Bobagem, todos podem ser criativos.
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PT
Título:
A interseção entre arte e tecnologia
Sinopsis:
O design no desenvolvimento dos negócios da Sony e da Apple.
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PT
Título:
Qual é a importância do design para a administração?
Sinopsis:
Por que os adminstradores deveriam se preocupar com o design?
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Título:
Las personas son más creativas en ambientes creativos
Sinopsis:
Aprender se tornó una tarea permanente. Las actitudes y los ambientes se deben transformar para facilitar el aprendizaje.
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PT
Título:
Entre o natural e o artificial
Sinopsis:
No Carnaval, o artificial é levado ao extremo.
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Título:
Pessoas ficam mais criativas em ambientes criativos
Sinopsis:
Aprender tornou-se uma tarefa permanente. As atitudes e os ambientes devem se transformar para facilitar o aprendizado.
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PT
Título:
Empatia e design na evolução humana
Sinopsis:
Empatia é o primeiro atributo que um designer deve possuir.
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Professor convidado do MBAde Design Estratégico da ESPM RJ e do MBA de Marketing da FGV. Class master do IBMEC RJ, consultor master de design thinking da PUC RS. Trabalhos em mais de 30 publicações internacionais. Responsável por 114 prêmios em design e por projetos inovadores desde 1993 através do design thinking. Especialista em design estratégico, design thinking, shopper marketing e processos de inovação. Consultor estratégico de empresas multinacionais com projetos instalados em diversos países.

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Hace 9 meses Artículo publicado en FOROALFA:

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Hace un año Artículo publicado en FOROALFA:

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Hace un año Mi respuesta en el diálogo iniciado por Nelson Graubart en el artículo Design, o que pode ser?

É verdade Nelson, o design é a interação do homem com seu ambiente, uma ponte entre a intenção e a realização, usando os recursos ao redor. Tecnologia é somente a consequência da prática do design.

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Hace un año Artículo publicado en FOROALFA:

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Hace un año Artículo publicado en FOROALFA:

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo El diseño de los negocios

Tienes razón, podrían haber creado un nombre más apropiado, pero eso no es lo que pasó. El nombre de la metodología fue creada en un impulso, en 2003, por David Kelley en una reunión con Tim Brown (Ideo). No hubo una gran inversión con el fin de crear una palabra con la profundidad semántica. Ideo rompió en 2000 con el estallido de la burbuja de las empresas de Internet (dot-com bubble/1999-2001). Ideo fue comprado por un cliente suyo, Steelcase, para seguir existiendo. Una consultora externa se dio cuenta del gran valor de Ideo era su metodología que no tenía nombre aún. Un programa de televisión fue el punto de inflexión de la historia. Después de eso, Kelley creado un nombre que ya se utilizó en la arquitectura. Usted ve, el nombre proviene de una cadena de hechos complejos y aparentemente sin relación. En este punto, es el nombre que existe y que todo el mundo utiliza, incluso si no es apropiado. Un gran abrazo de Rique

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo El diseño de los negocios

Joaquín, não desejo mudar a sua opinião. Fique com ela e seja feliz. Se o design thinking se chamasse «banana» também funcionaria bem, porque o que funciona é o processo, não é o nome. Em nenhum momento tentei dizer que os designers são diferentes dos outros seres humanos. DESIGNERS NÃO SÃO DIFERENTES DE OUTROS SERES HUMANOS!!! Não sei de onde você tirou isso. Designers não pensam melhor do que qualquer outro profissional. Todos os designers da minha equipe são seres humanos normais, nenhum deles é gênio ou mágico ou resolvem melhor os problemas humanos. Somos todos normais, como o meu (ou o seu) vizinho. A única diferença é que nós praticamos com bom humor uma abordagem de trabalho chamada design thinking que vem funcionando muito bem, gerando soluções criativas e que satisfazem nossos clientes.

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Alex Ochoa de Aspuru en el artículo El diseño de los negocios

Sim Joaquím, você está certo: design não é uma propriedade exclusiva dos designers. TODOS são capazes de pensar, decidir e fazer design. TODOS. Também concordo que seria uma idiotice imaginar que as pessoas que não são designers profissionais precisam contratar um design thinker para ensiná-las a pensar, decidir, criar e implantar um projeto. DESIGNERS NÃO SÃO PENSADORES SUPERIORES A QUALQUER OUTRA PESSOA. Designers aprendem a pensar de uma forma DIFERENTE, nem melhor ou pior do que as outras pessoas. Os designers tendem a ter uma atitude DIFERENTE diante de um problema. Somente isso. Em nenhum momento, nos meus artigos, você vai achar algo que sugira uma qualificação especial para os design thinkers. Eles não são especiais, são humanos normais que se dispõem a enfrentar um problema de forma mais flexível, colaborativa, criativa e inclusiva. Novamente, não quero mudar seu ponto de vista.

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo Las personas son más creativas en ambientes creativos

Minha empresa havia criado uma metodologia que, quando comparada em Stanford com a do design thinking (em 2007), descobrimos muitos mindsets e ferramentas em comum. A metodologia da IDEO e ensinada em Stanford chamava-se design thinking e funcionava na prática, assim como a minha (a qual chamávamos de design estratégico). Tomamos então duas atitudes: aprender como melhorar a nossa própria metodologia e assumir o nome (DT) que parecia ter um caminho internacional e irreversível. Nossa experiência mostrava que não adianta brigar contra o que já existe fixado dentro da mente das pessoas. Nossa equipe já realizou dezenas de projetos bem sucedidos através da abordagem do DT. Acredite, funciona. Assim como funcionaria se tivesse outro nome, como «banana», uma sugestão bem humorada do escritor Bruce Nussbaum. Portanto, não estou preocupado com o nome da metodologia, mas com seu funcionamento na prática. Também não quero mudar o seu ponto de vista. Continue com ele.

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Oscar Espinoza en el artículo ¿Cuál es la diferencia entre Arte y Diseño?

Gracias por su opinión, Oscar

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Kenya Cardenas en el artículo ¿Cuál es la diferencia entre Arte y Diseño?

Gracias por su opinión, Kenya

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Laura Maria Tristan Elizondo en el artículo ¿Cuál es la diferencia entre Arte y Diseño?

Gracias por su opinión, Laura

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Pablo Cosgaya en el artículo El diseño de los negocios

Gracias, Pablo

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Adriana Patricia Castelmezzano en el artículo El diseño de los negocios

Gracias, Adriana.

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo El diseño de los negocios

Sí, tienes razón. El design thinking es una plataforma que utiliza diversas disciplinas al mismo tiempo: marketing, planificación estratégica, la sociología, la antropología, la psicología, la investigación y algunos otros que no vienen a la mente en este momento. Todo esto con un mindset de la empatía, la colaboración, la creatividad, la lógica, transdisciplinario y una gran cantidad de prototipos. Cocinada con buen humor y disposición para resolver los problemas. Con un abrazo brasileño. Rique

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Alex Ochoa de Aspuru en el artículo El diseño de los negocios

Usted ha citado el párrafo primero del artículo Don Norman, "Design thinking: el mito útil". Más tarde, Norman escribió un segundo artículo titulado "Rethinking Design Thinking". Voy a poner aquí el dos últimos párrafos de ese otro.

"The "Design Thinking" label is not a myth. It is a description of the application of well-tried design process to new challenges and opportunities, used by people from both design and non-design backgrounds. (Moggridge, 2010.)

So, three cheers for design thinking, for those practitioners and schools that are using these techniques, that encourage breakthrough thinking, and that encourage asking the stupid question. Not all schools teach design thinking in this way. Not all students learn it. Not all designers practice it. But for those who do teach, learn and practice all of the techniques of design thinking, it can be transformative.

Los diseñadores y escritores también cambian de opinión.

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Sep 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo Las personas son más creativas en ambientes creativos

Joaquín, pensé en sus palabras y estoy seguro de que no puedo decir nada que construye un puente entre nuestras creencias. Creo que DT es un poderoso enfoque para resolver problemas complejos, e usted no lo creas. Cada uno con su creencia. Vamos a respetar esto. Pero ambos creemos en lo mismo: no hay diseñadores con poderes mágicos, o que puede enseñar la publicidad a un publicista. Los diseñadores no son superiores a cualquier otro profesional. Una duda: ¿Ha tenido alguna experiencia con cualquier DT profesional? ¿Usted ha visto algún proyecto que se está trabajando con TD? Hay curiosidad de probarlo? Soy 70 años y trabajo con la arquitectura y el diseño desde hace casi 50 años. Aprendí marketing, estrategia, la sociología, la antropología y DT para entender mejor a mis clientes y trabajar en colaboración con los equipos transdisciplinarios. Todavía estoy aprendiendo. Un abrazo respetuoso.

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Aug 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Joaquín Eduardo Sánchez Mercado en el artículo Las personas son más creativas en ambientes creativos

Estimado Joaquín, me sorprendiste con la continuación de la conversación que comenzó hace años. Gracias por su atención. Trato de responder en mi mal español. No puedo imaginar que todas las personas creen en la eficacia del design thinking (DT) que es sólo un método de resolución de problemas complejos. El DT no reemplaza cualquier otra disciplina, como el marketing, la arquitectura, la medicina o el diseño gráfico. Sin embargo, puede ayudar a todas estas disciplinas sean más eficaces. El DT no es mejor que otras disciplinas, o reemplazarlos. Un experto en el DT no puede enseñar la medicina. Sólo puede ayudar al médico a utilizar el DT. Hace un mes, mi equipo ayudó a un equipo médico para tomar una decisión en la ciudad de Fortaleza. No fueron los design thinkers que tomaron la decisión. Fue el propio equipo médico, que fue ayudado por nuestro personal, trabajando en colaboración. Joaquín, vamos a intercambiar "enseñar" para facilitar, ayudar o compartir.

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Jul 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Miguel Angel en el artículo El diseño de los negocios

Muchas gracias, Miguel Angel.

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Jul 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Armando Sifuentes Zuazua en el artículo El diseño de los negocios

Gracias, Armando

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