Rodrigo Dal Moro

Rodrigo Dal Moro

Novo Hamburgo (Rio Grande Do Sul) Brasil

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Arquitecto estudiante

Áreas de interés: Arquitectura, Diseño Audiovisual, Diseño de Indumentaria, Diseño Gráfico, Diseño Industrial, Diseño Web, Publicidad, Urbanismo, Comunicación, Ilustración, Marketing, Branding, Tecnología, Motion Graphics, Arte, Educación, Fotografía

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Hace un año Me gusta el artículo:

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May 2016 Me gusta el artículo:

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Abr 2016 Siguiendo a:

Olmo Garcia

Profesional con 13 años de trayectoria.
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Feb 2016 Me gusta el artículo:

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Ene 2016 Siguiendo a:

Fabio Lopez

Profesional, Docente con 18 años de trayectoria.
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Ene 2016 Me gusta el artículo:

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Ago 2015 Me gusta el artículo:

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Jul 2015 Siguiendo a:

Rique Nitzsche

Profesional, Docente con 49 años de trayectoria.
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Jul 2015 Siguiendo a:

Raúl Belluccia

Docente con 34 años de trayectoria.
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Jul 2015 Mi opinión en el artículo Meus professores ruins de design

Olá, estou a alguns anos na faculdade de design, e já tive esta percepção também. Porém, com o passar do tempo, percebi que é o aluno, na verdade, que faz a sua faculdade valer a pena. Será que necessitamos de professores em cima de nós sempre? Ou não bastaria eles apenas nos dar caminhos, e nós trilharmos conforme nossa dedicação/curiosidade/sede de conhecimento. Precisamos de uma base forte no curso, mas não ao ponto de nos restringir.

Mas, partilhando da tua ideia, quem dera se tivéssemos apenas professores referências nas suas áreas, e que pudessem agregar sempre, seja em âmbito pessoal, profissional, e claro, na parte acadêmica.

Abraços

Rodrigo Dal Moro

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May 2014 Me gusta el artículo:

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Abr 2014 Me gusta el artículo:

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Mar 2014 Siguiendo a:

Alexandre Fontes

Profesional, Estudiante con 9 años de trayectoria.
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Mar 2014 Mi opinión en el artículo O design como a doença dos objetos

Forma e função são os princípios básicos do design, devem andar juntos e é complicado mensurar isto, já que o acesso aos meios de produção variados também ajudam numa busca contante pelo que é "diferente", mas nem sempre inovador. A significação de algo hoje independe da função dela. Não está errado, pois temos uma opção. Talvez hoje em dia não temos mais a real necessidade de que algo seja de-para, as gerações atuais estão com um choque de cultura e informação muito grande, seus gostos e necessidades também variaram. Mas, também concordo que este "desvio" faz mal, deixa o objeto "doente".

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