Ernesto Harsi

Ernesto Harsi

São Paulo (Sp) Brasil

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Diseñador Industrial profesional, docente con 43 años de trayectoria.

Áreas de interés: Arquitectura, Diseño Gráfico, Diseño Industrial

Designer de produto, gráfico e de interiores. Cursou Design de Interiores. Estudou, sem concluir, arquitetura e design na Faculdade  de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo, nos anos '70. Foi gestor de design na Philips do Brasil onde esteve por 10 anos, especializado no desenvolvimento de produtos de eletrônica de consumo, tendo feito também projetos de embalagens, mobiliário para home theater e stands de grande porte. Desenvolveu projetos específicos, por períodos variados de um mês a seis meses, na Holanda, Bélgica e Estados Unidos. Participou de workshops anuais para criação de produtos mundiais da empresa.
Em parceria com vários estúdios de design orientou projetos de design gráfico e design promocional para ponto de venda. Com estúdio próprio desenvolveu projetos de produtos, linhas de mobiliário para lojas e instalações comerciais, complementados por projetos de identidade corporativa e embalagens.
Professor em cursos de especialização de Design Gráfico, História do Design e Design do Mobiliário. Ministra palestras e workshops em diversas faculdades e empresas sobre design e criatividade. Consultor independente de design estratégico. Participou como jurado em vários prêmios e concursos de design brasileiros. Foi presidente e atualmente é diretor da ADP - Associação dos Designers de Produto (do Brasil).

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Jul 2016 Mi respuesta en el diálogo iniciado en el artículo 8 sinais de que algumas faculdades de design estão atrasadas 15 anos

Prezado Ricardo, não estamos discutindo medicina. E sim design, que é completamente diferente, pois não depende de habilidade técnica treinada e sim de um trabalho intelectual. O que o designer tem que "treinar" e ter incorporado no exercício de seu ofício é primeiro a metodologia de projeto. Que é justamente aquilo que é único ao designer, comparado com outras profissões. O pensamento do design, a sua metodologia específica de trabalho, independe de software ou equipamento, seja ele um compasso, um computador, ou um sistema de rede neural universal futuro.

Eu nunca sugeri que as técnicas fossem eliminadas das faculdades. O que eu defendo é que, uma vez que as faculdades têm como principal finalidade ensinar a pensar, e não "treinar" operadores de software, as técnicas são apenas instrumentos e devem ser um mínimo necessário para realizar bem os exercícios escolares e para que o aluno possa ser útil em um estágio no mundo do trabalho para começar sua carreira. O resto muda com o tempo.

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Infelizmente é muito comum ler opiniões que confundem técnicas com conceitos.

Um curso de design que se presta tem que se basear em conceitos do design que valem para todas as técnicas. De nada adianta ensinar técnicas atualizadas hoje, se quando o aluno se formar as técnicas ensinadas já forem ultrapassadas. Tecnologias digitais mudam completamente a cada seis meses. Então isso não é bem assim.

O erro estaria em focar nas técnicas e não nos conceitos que são válidos com qualquer tecnologia, seja presente, passada ou futura. Os melhores cursos são aqueles que ensinam o aluno a pensar, porque isso ele levará para a vida inteira e servirá com qualquer técnica que venha a ser inventada depois que o aluno receber o diploma.

A faculdade não é um curso técnico que serve para que o aluno saia a trabalho a pleno vapor assim que se formou. É muito mais que isso.

O único ponto com o qual concordo é que alguns cursos não ensinam os princípios básicos de como se faz pesquisa que seja válida.

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Abr 2015 Me gusta el artículo:

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Abr 2015 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Bruno Porto en el artículo Branding definitivamente não é só identidade visual

Então Sr. Jorge, o Sr Bruno não tem direito à defesa perante o ataque e até à crítica do artigo? Ambos cometeram o erro de serem agressivos em seus comentários. Mas se nos desligarmos desse fato e analisarmos somente as questões de conteúdo, que é o que interessa a todos neste fórum, na minha opinião, o artigo do Sr. Beto Lima não está totalmente correto, e a Adegraf também não.

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Abr 2015 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Bruno Porto en el artículo Branding definitivamente não é só identidade visual

Caro Sr. Jorge, não é "briguinha doméstica". A intenção não é "brigar" com ninguém pessoalmente, mas comentar sobre um assunto muito importante para todos, que é o esclarecimento sobre o que seria "branding". E o artigo do Sr. Beto Lima foi publicado aqui, para todos lerem, não "em casa", logo, as respostas e comentários também se fazem aqui. O Sr. mesmo comentou sobre a discussão aqui.

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Abr 2015 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Bruno Porto en el artículo Branding definitivamente não é só identidade visual

O do Bruno só foi publicado como artigo e não comentário pois excedeu 1000 palavras. Para responder, usa-se os comentários aqui.

Quanto ao tema, na minha opinião, ambos estavam "sensíveis" quando escreveram seus artigos. Ambos estão certos e errados ao mesmo tempo.

Errou o Sr. Beto Lima ao atacar de maneira agressiva uma associação respeitada e séria. E "...criar um elo de relacionamento, escutar seu público, interagir com ele, antecipar seus desejos..." é atividade de marketing e não branding. Na lista das "verdadeiras ferramentas" do branding erra ao elencar algumas coisas que não são ferramentas, nem "outputs" do processo, mas atividades genéricas, que parecem de fato palavreado "propagandistico". Mas está muito certo ao afirmar que branding não é somente identidade visual ou criação de marca. A Adegraf infelizmente cometeu um erro na tabela ao não deixar claro que o que eles listam como branding é apenas uma parte do processo. A parte que cabe ao designer em um trabalho de equipe.

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Feb 2012 Mi opinión en el artículo El «Síndrome del Erasmus»

Artigo interessante e uma pausa bem humorada nas discussões áridas deste forum. Mas tem o seu lado sério ao analisarmos os efeitos dos intercâmbios nos cursos de nossa área também. Para os que estudaram há vinte ou trinta anos atrás, fazer intercâmbio durante o curso era uma raridade disponível para poucos. Acabávamos fazendo isso em nossos cursos de pós-graduação ou na carreira profissional. Hoje a situação é completamente diferente, já que a oportunidade se oferece a quase todos durante o andamento do próprio curso de graduação. O que tem afetado tanto a dinâmica, como a extensão deles.

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Feb 2012 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Victor Garcia en el artículo El «Síndrome del Erasmus»

Pode não ser necessariamente pertinente, já que se aplicaria a qualquer ser humano. Porém, também não o faz impertinente, pois se aplica também a nós. Mostrei acima os efeitos imediatos nas equipes de projeto dos cursos de arquitetura. Isso será cada vez mais frequente e afetará nossos cursos. Acrescentará no mínimo um ano atípico ao andamento tradicional deles. Por isso acho válido tocar no assunto mesmo com humor. Se apenas são permitidos assuntos sérios, então por que não utilizar a oportunidade que o artigo agradável nos oferece para discutir no que o intercâmbio afeta nossos cursos?

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Feb 2012 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Gustavo Zurieta en el artículo El «Síndrome del Erasmus»

Gustavo, outros profissionais também estudam e lecionam, no entanto não é fora de contexto falar aqui de didática por exemplo, que serve para qualquer área. Me agrada a variação dentre os temas mais áridos. Não busco humor aqui, mas aprecio «bom humor» em meio a tantos comentários severos. O aumento marcante de estudantes de intercambio nas universidades está causando alterações interessantes no dia a dia das escolas. Na FAU da Universidade de São Paulo, há atualmente por volta de 70 intercambistas do mundo inteiro. Isso altera a experiência das equipes de projeto nas aulas.

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Feb 2012 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Victor Garcia en el artículo El «Síndrome del Erasmus»

Realmente falta bom humor por aqui.

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Feb 2012 Mi respuesta en el diálogo iniciado por Victor Garcia en el artículo El «Síndrome del Erasmus»

Me parece que em nenhum momento a autora falou de «travel business». Designers e arquitetos também participam do Erasmus, e isso faz parte de sua formação. Quando o intercambio é para países como o Brasil e vice-versa, o aprendizado é maior ainda pois se encontram com realidades muito diversas. É um artigo bem humorado, que faz muita falta por aqui.

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